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Bebês - Estão vendo bem?

O bebé nasce com competências visuais. Mas o seu aparelho visual, quer do ponto de vista anatómico quer funcional, tem alguma imaturidade que rapidamente se vai ultrapassar. Para isso é importante que os estímulos visuais se adequem às competências do bebé, tendo em conta as suas preferências e a distância. A troca de olhares é uma das primeiras cumplicidades entre a mae e o bebé que acaba de nascer.

No início os bebés preferem as caras humanas a qualquer outro estímulo. Sao particularmente atractivos para os bebés os movimentos das caras e as expressoes faciais a uma distância entre os 20 e os 25 cm. Esta é a distância que separa os olhos do bebé dos da sua mae quando lhe está a dar de mamar. O bebé começa por fixar o olhar e rapidamente aprende a seguir as pessoas ou os objectos que se movem. A este acompanhar do movimento das coisas com os olhos juntam-se posteriormente os movimentos da cabeça. A distância a que a criança vê vai também aumentando.

A visao é fundamental para a educaçao e o desenvolvimento global da criança. Dá uma perspectiva dinâmica e fascinante do mundo, servindo para estimular a mente, a comunicaçao e a personalidade. A qualidade da visao depende da integridade quer do olho quer do sistema nervoso central (SNC) - cérebro.

O olho é formado por várias estruturas, todas elas interferindo na qualidade da visao, permitindo que a luz exterior penetre no olho, vá impressionar a retina e que, através das células nervosas aí existentes e do nervo óptico, seja enviada para o cérebro.

Como estruturas que sao responsáveis pela visao na criança temos:

 

Olho:

Cérebro:

As causas

Uma boa visao obriga à integridade de todas estas estruturas e, pelo contrário, a alteraçao em qualquer destas estruturas pode ser causa de baixa visao na criança. Podemos ter um olho sao, mas se tivermos lesoes cerebrais que impeçam ou dificultem a passagem da mensagem enviada do olho ao córtex visual, a visao estará comprometida. Pelo contrário, pode o SNC nao estar afectado, mas haver anomalias oculares. O olho terá dificuldade/impossibilidade em captar a luz e em transmiti-la ao córtex visual.

Sao diversas as causas de baixa visao/cegueira na criança. Nos países desenvolvidos as causas mais comuns sao as doenças do sistema nervoso central e as doenças genéticas da retina.

Se o comprometimento visual nestas situaçoes é irreversível, existem outras causas que nao sao devastadoras, mas tratáveis e com bom prognóstico, tanto melhor quanto mais precocemente forem detectadas e corrigidas.

A mais frequente destas causas é o defeito retractivo e/ou estrabismo. Um desenvolvimento visual anormal ocorre sempre que a imagem que cai na retina nao esteve focada nos primeiros meses ou anos de vida. Tal acontece quando se tem um defeito de refracçao ou estrabismo.

A idade em que teve início a alteraçao, o tipo de defeito, a idade de início de tratamento e o cumprimento do tratamento sao factores que pesam no resultado visual. Uma criança que nasce com má visao nunca se queixará que vê mal. Nunca soube o que era uma boa visao e nao tendo tido termo de comparaçao, acha a sua visao normal. Pelo contrário, se já teve melhor, queixar-se-á.

Uma baixa visao unilateral em geral nao é notável salvo se:

A baixa visao monocular em geral manifesta-se como um estrabismo (um olho nao alinhado com o outro). Nos casos em que tal nao acontece, normalmente só na idade escolar é detectável. Conforme a causa de diminuiçao da acuidade visual, assim variará o período crítico de tratamento.

Se o defeito for retractivo e considerável e/ou existir um estrabismo, o tratamento deverá iniciar-se antes dos 3 anos de idade, visto ser antes desta idade que o maior êxito é garantido, já que é precisamente até aos 3 anos que se desenvolvem as funçoes visuais.

Corrigir tardiamente estes defeitos, quer dizer, tentar dar visao a um olho que nao aprendeu a ver na altura devida, que nao teve o desenvolvimento normal e que ficou "preguiçoso". Este olho, com muita dificuldade, vai melhorar de imediato a visao, ao contrário do outro olho que foi mais usado e treinado a ver.

A criança pequena raramente se queixa de baixa acuidade visual. A suspeita de baixa visao é levantada pelos pais, familiares ou educadores/professores, tendo em conta o seu comportamento em casa ou na escola.

Se durante os primeiros dois meses o bebé nao fixa ou nao segue com o olhar as pessoas ou objectos que se deslocam em frente aos seus olhos, será um primeiro alerta para falar com o seu médico e precocemente detectar algum problema visual.

A criança pequena raramente se queixa de baixa acuidade visual. A suspeita de baixa visao é levantada pelos pais, familiares ou educadores/professores, tendo em conta o seu comportamento em casa ou na escola. Com a criança calma, à frente de imagens que em geral lhe interessam, a mae tapa com a mao um dos olhos. Se a criança obstar obviamente a esta oclusao, poderá traduzir menor visao no olho destapado. Se, ao fazer o mesmo no olho que primeiro esteve destapado, nao obstar tao obviamente à oclusao, poderá querer dizer que este olho tem melhor visao que o primeiro.

Se o défice visual for severo, podem existir sinais como:

Caso o compromisso visual nao seja tao marcado:

Mesmo nao havendo suspeita de defeito visual, os pais devem perguntar-se:

Perante as suas dúvidas, dirija-se ao seu médico de família ou pediatra que, depois de o observar, o encaminhará para um médico oftalmologista ou para um serviço especializado.

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O olho do ser humano

O olho é opticamente equivalente a uma máquina fotográfica comum, sendo constituído basicamente de um sistema de lentes, um sistema de diafragma variável e uma retina que corresponde a um filme em cores.

O olho tem características especiais, muitas das quais inexistentes mesmo nas câmeras mais sofisticadas:

Principais Elementos do Olho Humano

A parte anterior do olho é formada pela córnea, uma camada curva clara e transparente, responsável por dois terços da focalização da luz na retina. A refração dos raios luminosos nas diversas partes do olho é que produz a focalização na retina.

Atrás da córnea existe um fluido claro, praticamente incolor, chamado humor aquoso. Esse fluído é produzido continuamente e eliminado pelo canal de Schlemm. Ele mantém a pressão do olho em 15mmHg, além de fornecer nutrientes à córnea e ao cristalino que são vascularizados.

A seguir vem a íris, de cor azul, verde, castanha ou cinza, que é um diafragma composto principalmente de músculos circulares e radiais que ao se contraírem ou se distenderem, diminuem ou aumentam o tamanho da abertura - a pupila - por onde entra a luz. A principal função da íris é controlar a luz que penetra no olho.

Depois de ter atravessado a córnea, o humor aquoso e a pupila, a luz encontra o cristalino, também chamado lente, pois funciona como tal, responsável por praticamente o terço restante da focalização da luz na retina. Sua curvatura é maior atrás que na frente. Os ligamentos suspensores que ligam o cristalino aos músculos ciliares podem alterar a forma do mesmo tornando-o mais convexo, aumentando assim sua capacidade de desviar os raios luminosos, ou seja, seu poder de focalização.

A parte seguinte do olho atingida por um raio luminoso incidente é o humor vítreo, uma substância clara e gelatinosa que preenche todo o espaço entre o cristalino e a retina.

E finalmente, o raio luminoso chega à retina que é cor-de-rosa e possui uma espessura aproximada de 0,5 mm. Ela cobre quase toda a superfície interna do olho, é altamente vascularizada e contém uma rede de nervos. A retina é a parte do olho sensível à luz, onde ocorre a conversão da imagem luminosa em impulsos elétricos nervosos, os quais são enviados ao cérebro para serem processados.

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O que é deficiência visual

Os termos défice visual, visão subnormal, baixa visão, visão residual e outros, referem-se a uma redução da acuidade visual central ou a uma perda subtotal do campo visual, devida a um processo patológico ocular ou cerebral (Faye, 1972).

Assim, a criança com défice visual é entendida como aquela que sofre de uma alteração permanente nos olhos ou nas vias de condução do impulso visual. Isto causa uma diminuição da capacidade de visão que constitui um obstáculo para o seu desenvolvimento normal, necessitando por isso de uma atenção particular para as suas necessidades especiais.

A OMS considera que existe deficiência visual quando a acuidade Visual de ambos os olhos, com correcção, é igual a 0,3. A maioria dos países considera cegueira quando a acuidade visual, com correcção, é igual ou inferior a 0,1, ou se existe uma redução do campo visual inferior a dez graus. Abaixo deste nível, muitos «cegos» possuem resíduos visuais que lhes permitem, por exemplo, ler e escrever, geralmente com tinta.

Para situar o leitor, estabeleceremos dentro da deficiência visual dois grandes grupos, atendendo a definições funcionais. Um deles, aquele que engloba indivíduos com deficiência visual, de visão subnormal, de baixa visão, com ambliopia (embora não na sua definição oftalmológica), etc., compreende as pessoas que, apesar de uma redução considerável da sua capacidade visual, possuem resíduos que possibilitam ler e escrever com tinta, de forma habitual e, inclusive, obter êxito total em determinadas tarefas da vida. O segundo, o que engloba os cegos ou invisuais, compreende as pessoas que não têm nenhum resíduo visual ou que, tendo-o, apenas lhe possibilita orientar-se em direcção à luz, perceber volumes, cores e ler grandes títulos, mas não permite o uso habitual da leitura/escrita, mesmo a negro.

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Vitaminas para os olhos

LUTEÍNA

A correlação entre a Luteína e a degeneração macular ainda está sendo investigada em uma série de estudos. Alguns estudos, no entanto, já mostram que o consumo de grandes quantidades de frutos e vegetais ricos em luteína reduz o risco da degeneração macular senil. A luteína também protege os olhos das lesões provocadas pelos raios solares.

Deve-se observar que na sociedade moderna (da comida pronta), é provável que o organismo não receba a quantidade adequada de luteína através da ingestão dos alimentos.

Boas fontes de luteína são:

Riboflavina (Vitamina B2)

A riboflavina, também conhecida por vitamina B2, permite a produção de energia através da decomposição e utilização dos hidratos de carbono, proteínas e gorduras. A riboflavina é essencial para a atividade de vários enzimas que protegem os olhos e previnem a catarata.

Boas fontes de B2 (riboflavina) são:

Vitamina "A"

"A cenoura é boa para os olhos", certamente você já ouviu esta frase, aliás, corretíssima, pois as cenouras contêm betacaroteno que o nosso organismo converte em vitamina "A", essencial para o processo visual, particularmente para a visão noturna.

A deficiência de vitamina "A" pode originar alterações e doenças nos olhos. Os sintomas podem ser a secura da conjuntiva do olho, inchaço nas pálpebras e ulcerações na córnea. Quando não tratado, este quadro clínico pode resultar em cegueira.

Também se pensa que a deficiência de vitamina "A" desempenha um papel no desenvolvimento das cataratas, bem como na degeneração macular senil. A deficiência de vitamina "A" é sobretudo comum nos países em via de desenvolvimento, onde devido à alimentação deficiente, freqüentemente causa doenças nos olhos e cegueira.

Boas fontes de vitamina "A" são:

Vitamina "E"

Tendo uma função antioxidante, esta vitamina protege a membrana celular ao neutralizar determinados subprodutos nocivos do metabolismo, os radicais livres. Estes compostos de oxigênio desempenham seu papel no desenvolvimento de várias doenças, tais como a catarata, a arteriosclerose e o câncer.

Ainda não está totalmente esclarecido se a deficiência de vitamina "E" também contribui para a degeneração macular senil. Atualmente isto é objeto de estudo, em vários trabalhos de pesquisa.

Estudos mostram que a vitamina "E" pode contribuir consideravelmente para a prevenção da catarata, o que foi comprovado em estudos com pessoas que consomem grandes quantidades de frutas e vegetais ricos em vitamina "E".

A vitamina "E" está presente nos seguintes alimentos:

Vitamina "C"

Tal como a vitamina "E", a vitamina "C" também é um ótimo antioxidante e ajuda a prevenir a catarata. Quando ingerida em combinação com a vitamina "E", a vitamina "C" parece exercer sua eficiência máxima. Os efeitos da deficiência da vitamina "C" no desenvolvimento da degeneração macular senil estão sendo estudados. Outros estudos mostraram que a vitamina "C" reduz a pressão intra-ocular em doentes com glaucoma.

A dieta deficiente de vitamina "C" é rara hoje em dia e ocorre em último caso, em pessoas que não consomem quase nenhuma fruta ou vegetais.

Devemos observar que as necessidades vitamínicas dependem de fatores, tais como, a idade, o sexo, a estatura e o peso. Importante: Os fumantes devem levar em conta que as suas necessidades vitamínicas são geralmente mais elevadas.

A vitamina "C" está presente nos seguintes alimentos:

Tecnologia e baixa visão.

Recursos desenvolvidos pela indústria e adequados a cada caso conforme avaliação médica já são facilmente acessíveis à população e permitem ao portador de baixa qualidade de visão ganhos em qualidade de vida e fundamentalmente, independência.

A baixa visão é diagnosticada quando não tem condições de ser corrigida ou melhorada com tratamento cirúrgico ou utilização de óculos comuns.

O ideal de visão de uma pessoa é, de acordo com os relatórios da Organização Mundial da Saúde (OMS), o ângulo de 20/20.

Entre os recursos existentes para aproveitar a visão restante de forma a lhe dar uma aplicação funcional foram desenvolvidos aparelhos como as tele-lupas, a lupas, os amplificadores de imagem e os óculos binoculares.

A tele-lupa é um dispositivo óptico usado para melhorar a visão em ambientes quando a acção acontece à distância, como o caso de uma peça de teatro, um filme no cinema ou na televisão.

A lupa é aplicada sobre os objectos, especialmente para a leitura.

O aparelho de amplificação de imagem é ideal para permitir que o paciente com baixa visão consiga ser um usuário de computador, capacitado para ler textos no monitor.

O novo instrumento que se tem mostrado capaz de proporcionar maior conforto ao portador de caixa visão são os óculos binoculares onde as tele-lupas são adaptadas à armação.

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